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Asdrubal Caldas, Professor de Psicologia do Ensino Superior
Asdrubal Caldas
Comentário · há 6 meses
Francamente até não me interessei muito pelo texto porque, já tentei pensar em deixar a autorização para doarem os meus órgãos pós morte, mas sinceramente sempre faltou-me o principal, que é a coragem. Quem sabe eu ainda opte para ser um doador. Não sei o limite de idade para tal, mas a saúde ainda esta legal.

Então vou aproveitar o espaço para deixar aqui um texto que escrevi sobre o que sei sobre o ex grande apresentador da nossa TV.

Gugu Liberato foi um lídimo representante da classe dos apresentadores de programas da nossa sofrível Rede de TVs. Um nome que fez história pela correção dos seus atos frente às câmeras. Seu linguajar era escorreito, sem estrangeirismos muitas das vezes desnecessários, Sabia como ninguém tratar um convidado. Nunca, ao menos ao que me lembre, desdenhou de nenhum deles, independente da cor da pele, da religião que professasse, da orientação sexual, do time de preferência, etc. Eram sempre recebidos com a costumeira cordialidade, e com o respeito que cada cidadão ou cidadã, merecem ser recebidos.

Os programas apresentados por ele reuniam a um só tempo: diversão, conhecimento e fatos do cotidiano das pessoas mais comuns. Ele nunca foi, como alguns pseudos apresentadores que, usam dos seus espaços para agirem como "um domador" de circo, onde cada convidado só pode se manifestar, sob os domínios do seu comando. Também nunca agiu como certos apresentadores/entrevistadores que sempre fazem questão de mostrar que sabem mais do que o entrevistado. As suas perguntas eram diretas e objetivas, nada de falácias ou detalhes insignificantes, ou seja: Filigranas utilizadas por alguns, com a finalidade de colocar o entrevistado em saia justa.

Quantas não foram as vezes em que ele se transformava no personagem principal do quadro a ser apresentado, e a sua interpretação não ficava a dever nada a certos atores que, cá entre nós, faziam muito sucesso em virtude de terem um rostinho bonito, mas no quesito talento, sempre deixavam a desejar. Ainda que o Gugu não fosse um exemplar máximo da beleza masculina universal, como um Alan Delon, um Toni Curtis, ou um Brad Pitt, ele sempre nos convenceu pela sua interpretação singela, porem verdadeira. E que pela autenticidade com que entrava no personagem, quando se tratava de um quadro dramático, sempre acabava levando o telespectador às lagrimas, e na comédia, ao riso farto e autêntico.

Nós brasileiros, não temos o hábito de cultuarmos os nossos artistas no conjunto da obra, pelo seu talento, quando estes saem de cena. Os poucos que são cultuados, ou são pelo seu aspecto físico, com destaque para um rostinho bonito, ou pelo seu jeito histriônico de interpretar. Claro que há exceções, mas são raríssimas. O Gugu, pela sua história de mais de quatro décadas trabalhando na TV., e com algumas participações no cinema, sempre manteve um padrão profissional bem acima da média. Tudo que ele criou e apresentou ao seu público, teve a aceitação esperada, não apenas por ele ser simpático ao seu público, mas principalmente pelo ineditismo de seus quadros semanais, e pelo seu talento em apresentá-los.

Quer seja no trato com os seus funcionários, com a sua platéia, ou com os seus convidados, ele sempre se distinguiu dos demais apresentadores, pelo carinho que sempre dispensava a todos eles. Neste quesito ele era considerado, unanimemente, como um gentleman, inclusive pela sua elegância e pelo bom gosto no trajar. Nos três canais de TV. em que trabalhou, permaneceu e saiu sem deixar máculas. Poder-se-ia dizer que na sua arte como apresentador, esta entre os cinco melhores de todos os tempos. Para não cometer injustiça, vou ordená-los por ordem alfabética. Blota Junior, Flávio Cavalcante, Gugu Liberato, Randal Juliano, Silvio Santos. Que cada um enumere de acordo com a sua preferência.

Pense. Qualquer duvida "Não" me ligue. Combinado?
Heloisa Helena Pereira de Carvalho, Advogado
Heloisa Helena Pereira de Carvalho
Comentário · há 4 anos
Prezada Érica boa tarde,

tenha em mente uma coisa importante em um caso como o seu: PACIÊNCIA!

Sou patrona de um caso exatamente igual, minha cliente comprou um carro zero e com apenas 13 dias de uso começou a apresentar problemas na parte elétrica, na concessionária fizeram todo tipo de burrice, inclusive trocar o painel por outro que não era o do mesmo modelo do carro dela o que a impedia de verificar se estava havendo pane elétrica.

Este processo iniciou-se em 2005 (sim, 11 anos!) e as rés recorreram até ao Vaticano, mas perderam em todas as instancias. A perícia realizada nos foi inteiramente favorável.

A sentença determinou o pagamento total de danos morais e materiais de R$ 14.113,92 solidariamente. Apelação de ambas as partes e fomos vencedoras, o acórdão determinou também a rescisão do contrato com a devolução do valor pago corrigidos do desembolso e juros da citação, confirmou os danos materiais e majorou os danos morais para R$ 20.000,00.

Atualmente estamos em fase de cumprimento da sentença. A montadora já depositou judicialmente quase R$ 60.000,00, valor menor que o realmente devido. Na minha última petição em dezembro do ano passado eu informava que ainda devia R$ 9.390,59. Estou para entrar com nova petição por estes dias atualizando estes cálculos.

Já a concessionária ainda não "coçou" o bolso, tô até com pena, porque também até dezembro passado já devia R$ 81.056,11.

Ou seja, talvez só no início do ano que vem nós consigamos ver a cor do dinheiro, mas posso garantir que tanta espera valeu a pena, principalmente se considerarmos que se trata de um processo da esfera do consumidor.

Tenha paciência e fé que você também chega lá, a jurisprudência pátria tem dezenas de decisões tanto de 1º quanto de 2º plenamente favoráveis ao consumidor em casos como esse.

Abraços!
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